sexta-feira, 18 de junho de 2010

O MESTRE E O ESCORPIÃO

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Um mestre oriental viu um escorpião que se afogava e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião lhe picou. Como reação à dor, o mestre soltou-o e o animal caiu na água e, de novo, estava se afogando.

O mestre tentou tirá-lo outra vez, e novamente o escorpião o picou.

Alguém que tinha observado tudo, aproximou-se do mestre e disse:

- Perdão, mas você é muito teimoso! Não entende que cada vez que tentar tirá-lo da água, ele o picará?

O mestre respondeu:

- A natureza do escorpião é picar e isso não muda a minha natureza, que é ajudar.

Então, com a ajuda de um ramo, o mestre retirou o escorpião da água e salvou-lhe a vida.

Não mude a sua natureza se alguém lhe magoar.

Apenas tome as devidas precauções.

"O tempo é algo que não volta atrás; portanto, plante
seu jardim ao invés de esperar que alguém lhe mande
flores".

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segunda-feira, 14 de junho de 2010

ELA DEU TUDO O QUE TINHA

Uma garotinha de 10 anos entrou na joalheria e pediu para ver um colar que estava na vitrine.

O dono da loja, desconfiado, mostrou o colar á menina.

:-É para minha irmã mais velha. Hoje é aniversário dela e desde que minha mãe morreu é ela quem cuida de mim. Ela é muito boa e quero dar um presente lindo para ela como esse colar.

O dono da loja, novamente, desconfiado, perguntou:

:-Quanto dinheiro você tem?

E a menina tirou um lenço e dentro do lenço, tinha R$ 10,00 em moedas. E a menina perguntou:

:-Isso dá? Quero que o senhor faça o melhor embrulho que puder. O mais bonito!

O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em uma caixa bem bonita, embrulhou, fez um caprichado laço de fita e disse a menina:

:-Tome leve com cuidado para não perder.

E a menina saiu feliz saltitante pela rua.

Meia hora depois entra na loja uma moça de uns 18 anos, linda e perguntou:

:-Este colar foi comprado aqui?

:-Sim, senhorita, respondeu o dono da loja.

:-E quanto custou?

:-Ah! Falou o dono da loja – o preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.

E a moça confidenciou:

:-Mas minha irmãzinha não tinha dinheiro para comprar este colar. Eu sei que ela não tinha mais do que R$ 10,00!

O homem tomou o colar, refez o embrulho, colocou a fita e devolveu-o á moça dizendo:

:-Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa poderia pagar, ela deu tudo o que tinha!

Nesta semana pense nesta pequena estória. Qual é o valor de alguém que dá tudo o que tem, tanto de material, quanto não material?

QUANTO VALE ALGUÉM QUE NÃO SE ECONOMIZA PARA AJUDAR AOS OUTROS?

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O PAR DE SAPATOS

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Certo dia um homem já idoso entrou em um ônibus. Enquanto subia, um de seus sapatos escorregou para o lado de fora. A porta se fechou e o ônibus saiu; então ficou impossível ele recuperá-lo.

O senhor tranqüilamente retirou seu outro sapato e jogou-o pela janela do ônibus.

Um homem no ônibus, vendo o que aconteceu e não podendo ajudar ao senhor, perguntou:
- Eu vi o que o senhor fez. Por que jogou fora seu outro sapato?

O senhor prontamente respondeu-lhe:
- De forma que quem o encontrar seja capaz de usá-los. Provavelmente apenas alguém necessitado dará importância a um sapato usado encontrado na rua. E de nada lhe adiantará apenas um pé de sapato.

O homem mostrou ao jovem que não vale a pena agarrar-se a algo simplesmente para possui-lo e nem porque você não deseja que outro o tenha.

Perdemos coisas o tempo todo. A perda pode nos parecer penosa e injusta inicialmente, mas a perda só acontece de modo que mudanças, na maioria das vezes positivas, possam ocorrer em nossa vida.

Acumular posses não nos faz melhores e nem faz o mundo melhor. Todos temos que decidir constantemente se algumas coisas devem manter seu curso em nossa vida ou se estariam melhor com outros.

Fonte:http://www.textosmotivacionais.com.br/2009/02/22/o-sapato/


sexta-feira, 28 de maio de 2010

QUANTO VALE O SEU DINHEIRO?

Um menino, com voz tímida e olhar de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho:

Pai! Quanto o senhor ganha por hora?

O pai, num gesto severo, responde:

Escute aqui, meu filho! Isto nem tua mãe sabe. Não amole! Estou cansado.

Mas, o filho insiste:

Mas, papai, por favor…me diga quanto o senhor ganha por hora?

A reação do pai foi menos severa, e respondeu:

R$ 3,00(três reais) por hora.

Então, papai, o senhor pode me emprestar R$ 1,00(um real)?

O pai cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu:

Então, esta era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais. Estou cansado!

Já era noite quando o pai começou a pensar no que havia acontecido, e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo.

Querendo descarregar sua consciência, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:

Filho…está dormindo?

Não, papai, respondeu o sonolento garoto.

Olha, aqui está o dinheiro que me pediu.

Muito obrigado, papai…disse o filho, levantando-se e retirando R$ 2,00(dois reais) de uma caixinha que estava sob a cama e disse:

Agora já completei! Tenho R$ 3,00(três reais).

Pai, agora o senhor poderia me vender uma hora do seu tempo?


SE VOCÊ NÃO TEM UM FILHO, PENSE EM ALGUÉM QUE VOCÊ AMA. TALVEZ, TUDO O QUE A PESSOA MAIS DESEJA DE VOCÊ, É APENAS UM POUCO DO SEU TEMPO!

O CACHORRO MANCO

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Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes á venda.

:- Entre 30 á 50 dólares – respondeu o dono da loja.

O menino puxou uns trocados do bolso e disse:

:- Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?

O dono da loja sorriu e chamou “Lady”, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pêlo.

Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente, o menino apontou para aquele cachorrinho e perguntou:

:- O que é que há com ele?

O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar. O menino se animou e disse:

:- Esse é o cachorrinho que eu quero comprar! O dono da loja respondeu:

:- Não você não vai gostar dele, se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente. O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:

:- Eu não quero que você o dê para mim, aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50 cents por mês, até completar o preço total. O dono da loja contestou:

:- Você realmente não vai gostar deste cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos. Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:

:- Bom eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso.

Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus “defeitos” quando, na verdade, somos todos iguais ou pior que elas, e sabemos que essas pessoas precisam apenas de alguém que as compreendam e as amem, não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.