sábado, 19 de março de 2011

Reflexão da Semana

"Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar.

E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.

Naquela noite, minha mãe pôs um prato de ovos, lingüiça e torradas Bastantes queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.

Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.

E eu nunca esquecerei o que ele disse:

" - Adorei a torrada queimada..."

Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.

Ele me envolveu em seus braços e me disse:

" - Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as Pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro, talvez nem o melhor pai, mesmo que tente todos os dias!"

O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos os dois, a suprir um as falhas do outro.

Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando.

Ela não sabe usar a furadeira, mas após minhas reformas, ela faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo.

Eu não sei fazer uma lasanha como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu. Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar.

A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apoia, eu e ela nos completamos. Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes. Não que mais tarde, o dia que um partir, este mundo vá desmoronar, não vai. Novamente teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.

De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.

Então filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida, à você e ao próximo."

"As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.

Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir."

sexta-feira, 11 de março de 2011

Reflexão da Semana

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Era uma tarde de domingo ensolarada na cidade de Oklahoma. Bobby Lewis aproveitou para levar seus dois filhos para jogar mini-golf.

Acompanhado pelos meninos dirigiu-se à bilheteria e perguntou:

Quanto custa a entrada?

O bilheteiro respondeu prontamente:

São três dólares para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos.

A entrada é grátis se eles tiverem seis anos ou menos. Quantos anos eles têm?

Bobby informou que o menor tinha três anos e o maior, sete.

O rapaz da bilheteria falou com ares de esperteza:

O senhor acabou de ganhar na loteria, ou algo assim?

Se tivesse me dito que o mais velho tinha seis anos eu não saberia reconhecer a diferença.

Poderia ter economizado três dólares.

O pai, sem perturbar-se, disse:

Sim, você talvez não notasse a diferença, mas as crianças saberiam que não é essa a verdade.

Tantas vezes, para economizar pequena soma em moedas, desperdiçamos o tesouro do ensinamento nobre e justo.

Nesses dias de tanta corrupção e descaso para com o ser humano, vale a pena refletirmos sobre que exemplo temos sido para os outros.

Sejamos assim, cartas vivas de lições nobres para serem lidas e copiadas pelos que convivem conosco.

terça-feira, 1 de março de 2011

Reflexão da Semana

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O anúncio

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:

- Sr. Bilac, preciso vender o meu sítio, que o senhor conhece tão bem. Será que o senhor poderia escrever o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac pegou o papel e começou a escrever:

“Vende-se bela propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda.”

Meses mais tarde, o poeta topa com o homem e pergunta-lhe se havia conseguido vender o sítio.

- Nem penso mais nisso – disse-lhe o homem. – Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás de miragens e falsos tesouros.

Valorize o que você tem, a pessoa que está ao seu lado, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso, enfim tudo aquilo que nosso Deus nos proporciona diariamente para o nosso crescimento espiritual.

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.”


Ótimo Fim de Semana

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Reflexão da Semana

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A parábola da piscina:


“Em uma casa na cidade de Niterói-RJ morava uma família de ursos em que o chefe da família era conhecido como Vovô Urso e seus filhos eram os ursinhos Andre e Bruno.

Como parte das tarefas da casa, Andre e Bruno precisavam limpar a piscina.
As responsabilidades eram: Andre (irmão mais novo) deveria jogar o cloro na água e Bruno (irmão mais velho) era encarregado por aspirar a piscina.

Como um bom caçula, o ursinho Andre muitas vezes deixava de lado sua tarefa e não jogava o cloro. Como consequência, quando Bruno aspirava a mesma, a sujeira não saía, já que a água não estava devidamente tratada.

Em um ensolarado domingo de verão, ocorreu o seguinte diálogo que já serviu de lição para uma inteira geração de empresários juniores brasileiros:
- Bruno, você não fez o que eu te pedi. Disse o sábio Vovô Urso.

- Mas é lógico que fiz! Eu aspirei a piscina assim como o senhor pediu. Não é culpa minha se Andre não jogou o cloro! Respondeu Bruno, irritado com a situação.

- Bruno, eu não te pedi simplesmente para aspirar a piscina. Eu te pedi para deixar a piscina limpa. Agora eu quero tomar banho nela e não posso, é isso que importa.”

Moral da história: Não interessa se você fez sua parte, dê um jeito e resolva o problema até o fim!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Reflexão da Semana

As Árvores e o Marchado


Um homem foi à floresta e pediu às árvores, para que estas lhe doassem um cabo para o seu machado novo. O conselho das árvores então decide concordar com o seu pedido, e lhe dá uma jovem árvore para este fim.

E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já tinha derrubado com seus fortes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquela floresta.

Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho:

O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos considerado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé ainda por muitos anos.

Autor: Esopo

Moral da História: Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia lhe fizerem a mesma coisa.