segunda-feira, 19 de setembro de 2011

A bicicleta da vida - Reflexão da Semana

Viver é um aprendizado, como o é o da criança que aprende a andar de bicicleta. Houve um dia em sua vida em que você decidiu que aprenderia, como seus irmãos ou amigos, a controlar a sua bicicleta.A primeira coisa que aprendeu é que para controlar a bicicleta, primeiro tinha que controlar a si mesmo. Quando controlou a si mesmo aprendeu a controlar as coisas, e entre elas, a bicicleta  Mas controlar-se foi fundamental...
Nada na vida faz sentido sem o equilíbrio interior. Temperança ou equilíbrio é a capacidade de tomar decisões sábias e inteligentes em favor de si e dos outros. Saber temperar os alimentos é torná-los apetitosos e palatáveis. Saber temperar a vida é torná-la gostosa de viver. E viver bem supõe a capacidade de escolher certo. Uma pessoa está suficientemente madura quando sabe fazer escolhas importantes e vitais, sem ferir desnecessariamente nem a si nem às outras. Algumas vezes talvez tenhamos que ferir algumas pessoas nas decisões que tomamos. Mas isso deve ser exceção e não uma constante da vida.Quem gosta de ferir os outros é pessoa desequilibrada e vive mal. Escolher mal é como jogar errado, ou guiar mal o seu carro. Fere a você e fere aos outros. Inclusive aos inocentes.

Mas,voltemos à bicicleta. No inicio todos tentavam ajudar para que você não caísse.Quando finalmente você aprendeu a :
1) controlar os movimentos de seu corpo;
2) distribuir o peso sobre ela (equilíbrio);
3) controlar os movimentos das pernas e dos pés;
4) controlar o guidão;
5) controlar as marchas e
6) controlar o freio você estava pronto para andar sozinho e enfrentar o pesado trânsito da cidade.

Aplique os mesmo conceitos à sua vida. A bicicleta da vida é sua. Assim como ninguém podia aprender a andar de bicicleta no seu lugar, ninguém pode viver no seu lugar.A vida é sua. Mas se não aprender a tomar decisões correias não aprenderá nunca. As pessoas param de cair quando aprendem a tomar decisões rápidas e certas sobre uma bicicleta. Você nem se dá conta, mas para andar   2   quilômetros   toma   pelo   menos       trezentas   decisões   na   sua bicicleta. Freia, desvia, acelera, ultrapassa, dá lugar,.obedece aos sinais de trânsito, equilibra-se. Equilibrar-se é o que você mais faz. Viver não é diferente. Ache seus movimentos, aprenda a tomar decisões, ache seu equilíbrio e cuide para não ferir os outros. Viver... é como andar de bicicleta...
Pe. Zezinho, scj - A bicicleta da vida

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Para onde você está indo? - Reflexão da Semana

Para onde você está indo?

“Se você não sabe o que está procurando, como vai reconhecer quando encontrar?".
Ditado popular ou ainda:

"Se você não sabe o que para onde está indo, como vai reconhecer quando chegar lá?"

Walt Disney, normalmente perguntava para as pessoas que se reportavam a ele pedindo sua opinião:

" O que você tem planejado para os próximos 6 meses? Como acha que foi o seu desempenho nos últimos 6 meses? O que você estás fazendo agora?”.

Estudando o comportamento de pessoas de êxito, que são referência de excelência, quase sem exceção você encontra um indivíduo, independente da idade ou sexo, com grande habilidade de buscar seus sonhos, definir objetivos, estabelecer metas, criar estratégias e colocar-se em ação.

" O mundo abre passagem para o homem que sabe aonde esta indo. " R. W. Emerson

Saber para onde você está indo é o primeiro passo para você chegar lá.

Imagine-se na seguinte situação:

Chegando no balcão de uma companhia aérea e dizendo:

- Eu quero uma passagem aérea.

De forma tipicamente cordial a atendente lhe pergunta:

- Para onde o Sr. quer ir?

- Não sei, eu só quero uma passagem para viajar.

- Eu compreendi Sr., mas para que possa atendê-lo eu preciso saber para onde o Sr. deseja ir.

- Já disse que não sei, eu só quero uma passagem para aérea.

- Quanto o Sr. está disposto a gastar nessa passagem?

- Não sei, não estou preocupado com isso.

- Mas Sr., se o Sr. não sabe para onde quer ir, quanto está disposto a pagar, sinto muito mas eu não sei se posso serví-lo.

- Como assim? Aqui não é o local onde se vende passagem?

- Sim, é.

- Então eu quero uma passagem!

- Perdoe-me Sr. pela intromissão. Mas o Sr. quer realmente viajar?

- Sabe.... eu não sei exatamente se quero viajar. Mas me trouxeram aqui para o aeroporto e disseram que deveria iniciar a minha viajem, mas não me dissera para onde eu deveria viajar.

- Então o Sr. pode escolher o destino, o lugar para onde o Sr. está indo, informou-lhe a atendente.

- Eu não, Deus me livre disso.

- Como assim Sr.?

- Vai que eu não goste do lugar que eu escolhi, pode ser um lugar ruim, sem beleza, sem vida etc....Se alguém escolher para mim eu ao menos tenho como colocar a culpa em outra pessoa. É Brilhante a minha idéia não acha?

- Talvez sim. Mas se o Sr. abriu mão do comando da sua vida, de suas escolhas, como irá realizar seus sonhos?

- É verdade, eu ainda não havia pensado nisso.

Algumas vezes não prestamos atenção a totalidade da situação em que nos encontramos. Quando você tem um objetivo, passa a ter uma referência de destino, passa a ter um alvo. Escolher o destino da viagem é um passo fundamental para assumir o controle e a liderança da sua vida.

Dessa forma, estabelecer objetivos poderá ajudar a fixar as prioridades atualizadas dia-a-dia.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A lição das borboleta

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Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.
Um homem sentou e observou a borboleta por  várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu  corpo passasse através daquele pequeno buraco.
Então  pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.
O homem  decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou o restante do  casulo.
A borboleta então saiu facilmente.
Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.
O homem continuou a observar a  borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se  abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se  afirmar com o tempo. Nada aconteceu!
Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca  foi capaz de voar.
 O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar  não compreendia era que o casulo apertado e o esforço  necessário à borboleta para passar através da pequena  abertura era o modo com que Deus fazia  com que o fluido do corpo  da borboleta fosse para as suas asas, de modo que  ela estaria pronta  para voar uma vez que estivesse livre do casulo.

"Algumas vezes, o  esforço é justamente o que precisamos em nossa vidas. Se Deus  nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer  obstáculos, ele nos deixaria aleijados. Nós não  iríamos ser  tão fortes como poderíamos ter sido. Nós  nunca poderíamos voar."

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Ninguém é Substituível - Reflexão da Semana

NINGUÉM É SUBSTITUÍVEL!!!
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? Etc.?…
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se BEETHOVEN ERA SURDO , se PICASSO ERA INSTÁVEL , CAYMMI PREGUIÇOSO , KENNEDY EGOCÊNTRICO, ELVIS PARANÓICO… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os PONTOS FORTES DE CADA MEMBRO. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Divagando o assunto, o rapaz continuava.
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de ‘técnico de futebol’, que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas; ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola; ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria PERDIDO todos esses talentos. Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo. - Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões que 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... e hoje, para substituí-lo, chamamos:…NINGUÉM… Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.  

Conclusão:
PORTANTO NUNCA ESQUEÇA: VOCÊ É UM TALENTO ÚNICO! COM TODA CERTEZA NINGUÉM TE SUBSTITUIRÁ!

"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo..., mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso."

"NO MUNDO SEMPRE EXISTIRÃO PESSOAS QUE VÃO TE AMAR PELO QUE VOCÊ É… E OUTRAS… QUE VÃO TE ODIAR PELO MESMO MOTIVO… ACOSTUME-SE A ISSO… COM MUITA PAZ DE ESPÍRITO…"
É bom para refletir e se valorizar!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A balança - Reflexão da Semana

Quando menino eu vivia brigando com meus companheiros de brinquedos. E voltava para casa lamuriando e queixando-me deles. Isto ocorria, as mais das vezes, com Beto, o meu melhor amigo.
Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me do Beto. Ela me ouviu e disse o seguinte:
- Vai buscar a sua balança e os blocos.
- Mas, o que tem isso a ver com o Beto?
- Você verá... Vamos fazer uma brincadeira.
Obedeci e trouxe a balança e os blocos. Então ela disse:
- Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais são.
Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhado daquele lado.
- Você não tem nada mais a dizer? Eu não tinha e ela propôs: Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança.
Eu hesitei, porém ela me animou dizendo:
- Ele não deixa você andar em sua bicicleta? Não reparte o seu doce com você?
Concordei e passei a mencionar o que havia de bom no caráter de meu amiguinho. Ela foi colocando os blocos do outro lado. De repente eu percebi que a balança oscilava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.
Dei uma risada e mamãe observou:
- Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo vai verificar ao longo de sua vida.
E de fato. Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança no gênero humano.